CARTÃO DE IDENTIDADE PORTUGUÊS
€350.00
UM NOVO ESQUEMA DE CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO PORTUGUÊS
A primeira fase piloto do Cartão de Identidade Português também conhecido como Cartão de Cidadão começou a 14 de Fevereiro de 2007, na região dos Açores. A implementação completa começou em 2008.
Em 2014, todos os cidadãos portugueses têm o seu novo bilhete de identidade nacional em mãos, substituindo o antigo documento em papel.
O objetivo da emissão do Cartão de Identificação Português era revolucionar a forma como os cidadãos portugueses interagem com o governo.
Primeiro, simplificação.
O NOVO CARTÃO DE IDENTIDADE PORTUGUÊS SUBSTITUI 5 CARTÕES
O cartão substitui 5 documentos de identificação física diferentes:
Cartão de identificação civil – o antigo Cartão de Identificação Português em papel
Cartão de imposto
Cartão de eleitor
Cartão de segurança social
Cartão de saúde.
O novo cartão de identificação português conhecido como Cartão do Cidadão ou cartão de cidadão permite que os indivíduos se identifiquem perante os funcionários.
Além disso, a partir de 2019, estrangeiros registrados em Portugal podem solicitar o cartão de cidadão.
UM NOVO SISTEMA DE CARTÃO DE IDENTIDADE PORTUGUÊS
A primeira fase piloto do bilhete de identidade português, também conhecido como Cartão de Cidadão, começou a 14 de Fevereiro de 2007 nos Açores. A implementação completa começou em 2008.
Em 2014, todos os cidadãos portugueses receberam o seu novo bilhete de identidade, que substituiu o antigo documento em papel.
O objetivo da emissão do bilhete de identidade português era revolucionar a forma como os cidadãos portugueses interagem com o governo.
Primeiro: simplificação.
O NOVO CARTÃO DE IDENTIDADE PORTUGUÊS SUBSTITUI CINCO CARTÕES
O cartão de identidade substitui cinco documentos de identificação física diferentes:
Bilhete de identidade – o antigo bilhete de identidade português em papel
cartão de imposto
Cartão de eleitor
Cartão de segurança social
cartão de seguro saúde
O novo cartão de identidade português, conhecido como Cartão do Cidadão, permite que os indivíduos se identifiquem perante as autoridades.
Além disso, estrangeiros registados em Portugal podem solicitar o Cartão de Cidadão a partir de 2019.
ENTÃO UMA NOVA DIMENSÃO.
UM NOVO CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO PORTUGUÊS PARA AUTENTICAÇÃO ONLINE
O segundo objetivo é usar o cartão como uma ferramenta completamente nova para assinaturas eletrônicas e autenticação online, a fim de promover o desenvolvimento das transações eletrônicas e fornecer segurança aos cidadãos na era digital.
Para identificação e autenticação, os titulares do cartão inserem um código PIN secreto, após o qual o cartão gera uma assinatura digital para declarações seguras e procedimentos administrativos eletrônicos.
Este aplicativo fornece os meios criptográficos necessários para acesso seguro ao portal do governo eletrônico.
Como a Constituição Portuguesa proíbe uma base de dados centralizada de nomes, o cartão de cidadão contém vários elementos de identificação na frente e no verso (número do bilhete de identidade, número de segurança social, número de contribuinte, número do seguro de saúde).
Muitos serviços públicos agora estão disponíveis on-line, e procedimentos que antes levavam horas (obtenção de registros civis/certidões de nascimento, declarações de previdência social, etc.) agora estão a apenas alguns segundos de distância.
Desde 2014, mais de 45% dos titulares de cartão ativaram seus certificados digitais.
Este projeto é apoiado, entre outras coisas, pelo site muito ativo www.cartaodecidadao.pt.
E ainda mais:
CARTÃO DE IDENTIDADE PORTUGUÊS E BIOMETRIA
O cartão de identidade português suporta autenticação biométrica quando necessário, pois as impressões digitais são armazenadas com segurança no microprocessador do cartão.
O mecanismo Match-on-Card permite autenticação biométrica sem um banco de dados biométrico central. Isto é estritamente proibido em Portugal.
Os dados biométricos nunca saem do cartão com chip e, portanto, estão protegidos o tempo todo.
O processador do cartão realiza a verificação e responde à pergunta: A impressão digital apresentada corresponde àquela armazenada no cartão?
UMA PARCERIA FORTE
Após o projeto do passaporte eletrônico, a gráfica nacional portuguesa INCM (Imprensa Nacional Casa da Moeda SA) teve outra oportunidade de expandir ainda mais sua expertise única.
Em 2006, a INCM nomeou a Thales como contratante principal para a solução de segurança digital para o cartão de identidade eletrônico nacional (Sealys eID). Isso incluiu o sistema operacional seguro, o sistema de personalização (solução Coesys Issuance), bem como os aplicativos, middleware e serviços de helpdesk associados, juntamente com a Zetes Burótica, a subsidiária portuguesa da belga Zetes Industries.
O governo português optou por um documento de identidade seguro baseado nas especificações IAS (Identificação, Autenticação e Assinatura) – o primeiro na Europa.
ALÉM DO CARTÃO CIDADÃO
Portugal é um exemplo fascinante de modernização do Estado.
Quando Portugal decidiu, há alguns anos, acelerar a implementação do seu plano de governo eletrónico e reduzir drasticamente a burocracia, o objetivo era transformar o setor público numa instituição colaborativa e inclusiva e fazer de Portugal um dos países líderes em termos de qualidade de serviço para cidadãos e empresas.
Os objetivos de uma sociedade mais voltada para o cidadão raramente foram defendidos desde o início com tanta ênfase e uma compreensão tão abrangente das questões.
Loja do cidadão
PORTUGAL E A MODERNIZAÇÃO DO ESTADO – HÁ 15 ANOS
No início da última década, Portugal ainda era um país extremamente centralizado, com lacunas difíceis de preencher entre as autoridades locais e centrais.
A Internet fez grandes avanços entre a elite do país, mas poucos cidadãos usavam a Internet ou serviços online.
Portanto, o desafio de modernizar o Estado através de meios digitais, aproximando cidadãos e autoridades através de canais de comunicação digitais e, assim, fortalecendo a coesão social, parecia intransponível.
Parecia que o país tinha que esperar que a mudança viesse da próxima geração, que estava mais familiarizada com os novos métodos de comunicação.
Declarações ousadas para uma nova visão
No entanto, Portugal assumiu os seguintes compromissos ousados:
Os órgãos administrativos estão muito fragmentados? A colaboração interdisciplinar será uma prioridade.
ridade.
O público está muito cético em relação à mudança. Os benefícios dessa mudança serão inicialmente concretos e visíveis antes de se espalharem para o ambiente digital.
Os back offices impõem muitas restrições e prejudicam a qualidade do serviço prestado pelas autoridades? A nova organização estará totalmente focada nas necessidades dos cidadãos e promoverá a visão de governo eletrônico centrada no cidadão o máximo possível, sem comprometer a eficiência administrativa.
PROGRAMAS DE MODERNIZAÇÃO SIMPLEX E SIMPLEX+
SIMPLEX
Entre 2006 e 2011, mais de 1.000 medidas para simplificar a administração e a legislação, bem como o governo eletrônico, foram implementadas com sucesso como parte do chamado programa Simplex, nome da iniciativa de modernização do governo.
Dois exemplos:
O cartão de cidadão, introduzido há 10 anos, substitui cinco documentos.
A Loja do Cidadão fornece um ponto de contato central para a administração pública e muitos serviços privados. Em 2017, havia 533 lojas de cidadãos oferecendo cerca de 200 serviços públicos. No geral, eles tiveram um impacto muito positivo na vida dos cidadãos e das empresas e reduziram os custos administrativos. A taxa de implementação do programa sempre foi superior a 80%.
Algumas das medidas do programa foram reconhecidas e receberam prêmios internacionais, tanto das Nações Unidas (relatório de 2018 – ver página 39) quanto da Comissão Europeia.
Simplex significa mudanças positivas e redução da burocracia no setor público.
SIMPLEX+
O SIMPLEX+, o novo programa, é intersetorial e abrange todas as áreas nas quais o estado está ativamente envolvido. Ela manteve sua abordagem comum aos vários aspectos da simplificação, mas está enfrentando novos desafios em uma nova era.
O Simplex+ é notável em muitos aspectos.
Primeiro, é mais participativo, coproduzido e implementado com total transparência e responsabilidade.
Ela promove a inovação e convida inovadores a se envolverem com a administração central. O concurso “Startup Simplex” foi lançado em 2017. O objetivo é premiar ideias inovadoras para produtos e serviços que simplifiquem a interação de cidadãos e empresas com os serviços públicos.
O programa Simplex amplia o foco na simplificação para além dos serviços públicos, incluindo medidas como a abertura mais fácil de contas bancárias, o que exige cooperação entre os setores público e privado.
O resultado?
Entre 2016 e 2018, Portugal melhorou nove posições no Índice de Desenvolvimento do Governo Eletrônico das Nações Unidas (EGDI).
LIÇÕES DAS EXPERIÊNCIAS PORTUGUESAS
Numa altura em que as identidades digitais seguras são consideradas essenciais para a utilização de serviços digitais e dividendos digitais, vale a pena tirar lições da experiência portuguesa:
Durabilidade – a transformação e implementação bem-sucedidas do novo sistema são baseadas em fundamentos imutáveis e levam tempo.
Orientação – Quando as coisas mudam, no entanto, as mudanças precisam ser explicadas. É preciso fornecer orientação e é importante garantir feedback positivo para construir a confiança das pessoas.
É importante então fornecer informações altamente visíveis — como vagas e cartões de cidadão — para incentivar a aceitação antes que a implementação virtual ocorra. Isto é especialmente verdadeiro em áreas onde a tecnologia digital ainda não alcançou um número suficiente de pessoas.
MECENA IACULIS
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